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Favelas do Rio de Janeiro (e do Brasil)

Certamente é preciso valorizar o que somos, mesmo quando não atendemos, por força da realidade, os requisitos de prestígio social. Por outro lado, é preciso também ter cuidado para não darmos demasiado valor à essa realidade excludente, sob risco de nos acosturmamos ao incorreto ao ponto de tomá-lo como natural e aceitável, de criarmos mecanismos para afastar a resistência, de passarmos a achar que, se nada muda, é porque nada podemos fazer para mudar.

 

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